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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Salsichas frescas fritas



Como não gosto de salsichas frescas cozidas ou fritas inteiras tive de descobrir outra maneira de as fazer. Fritas em bocados pequenos ficam muito mais secas e sem aquele sabor a salsicha cozida que de que eu, pessoalmente, não sou mesmo nada fã.

Este é o método mais fácil e rápido que conheço e pode ser servido como prato ou entrada.

Eu usei salsichas congeladas e não as descongelei. Se usarem salsichas frescas o método é exatamente o mesmo.

Corto as salsichas em bocados de entre 1 e 2 cm.

Ponho-as ao lume numa frigideira antiaderente com o lume alto (com o lume médio no principio, largam muita água e acabam por cozer um bocado).

Quando estão descongeladas e começam a ganhar alguma cor baixo o lume (para médio) e deixo que acabem de fritar.

É importante mexer de vez em quando para não queimarem.

E sirvo…


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Cenouras com laranja e gengibre



Antes de mais nada tenho de prestar aqui o meu muito agradecido reconhecimento a essa instituição que é a d-mail. Foi no catálogo que tantos de nós recebemos em casa que encontrei uma das minhas “ferramentas” de cozinha preferidas. Um prato que coze a vapor no micro-ondas. Desde que comprei o meu que somos inseparáveis. O amor é tal que há 4 anos ofereci 9 no Natal. Vegetais ou peixe cozidos em 5 minutos, no micro-ondas… é uma invenção fantástica e por 6,90 o melhor investimento que já fiz.



Mas vamos passar à receita:

Este prato pode ser um acompanhamento ou uma entrada e variar imenso em tempero mas hoje esta foi a versão escolhida e estava ótima.

2 Cenouras
Salsa
½ Colher de sopa de azeite
½ Colher de sumo de laranja
Raspa da casca de meia laranja
Sal
Pimenta
Gengibre fresco

Cortei duas cenouras em rodelas. Cozi-as a vapor no micro-ondas durante 5 minutos. Podem ser cozidas em água e sal e nesse caso é preciso ter cuidado para não cozerem demais, o ideal é que fiquem “al dente”, e deixar que escorram bem antes de as juntar o molho.  

Para fazer o molho juntei o azeite, a raspa e o sumo da laranja, o gengibre ralado, sal, pimenta e a salsa picada. Depois do molho feito é só juntar as cenouras ainda quentes, provar para ver se não precisa de mais sal e deixar repousar durante, pelo menos, meia hora.

Em vez de ralar a casca da laranja uso um zester. Uso raspa de limão ou laranja em muitos pratos e com um zester é muito mais simples, rápido, limpo e não há nenhum risco de ralar a pele branca dos citrinos que se torna rapidamente amarga.



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Sopa bonita


Esta sopa é um clássico de família e tem a aprovação da maioria das crianças. A receita original tem batata mas nunca uso batata em sopas, na grande maioria dos casos substituo por chuchu.

Para esta sopa usei:

2 Cebolas
2 Dentes de alho
3 Cenouras grandes
2 Chuchus
2 Ovos cozidos
Salsa
Azeite e sal

(eu adoro nabo e, nesta versão substitui um dos chuchus por um nabo, mas só recomendo a troca a quem gostar mesmo muito de nabo e nunca em jantares com visitas e, muito especialmente, com crianças)

Para começar juntei, a meia colher de sopa de azeite, as cebolas, cortadas em bocados pequenos e os dentes de alho, descascados, numa panela com meia colher de café de sal e deixei a estufar em lume baixo e com a tampa posta.


Entretanto descasquei as cenouras e cortei-as em rodelas (as cenouras são dos vegetais mais rijos e os que mais demoram a cozer, logo são quase sempre as primeiras a saltar para a panela. Cortá-las em bocados pequenos ajuda a poupar tempo… e gás… ou luz!)




Depois de juntar as cebolas à panela arranjei
os chuchus. Tento comprar este tipo de chuchu, sem picos e com a casca fina. Lavo-os bem, corto-os ao meio e tiro as duas metades do caroço assim como a zona logo abaixo do caroço (como se vê na foto) que é, geralmente, mais rija e muito difícil de limpar
convenientemente. Depois de lavado e descaroçados cortei-os em cubos pequenos e
 juntei à panela.








Deixei os legumes a estufar uns minutos antes de juntar água até os tapar e deixar acabar de cozer, até estarem macios para passar com a varinha (ao fim de uns 15 minutos tiro a maior rodela de cenoura e tento cortá-la com uma colher ou o lado rombo de uma faca. Quando é fácil de cortar está pronta a ser passada.)
Triturei muito bem a sopa com a varinha e, quando estáva tudo bem desfeito, juntei água quente até a sopa ter a textura de que gosto.






Já com o lume desligado juntei a salsa e o ovo muito bem picados. A salsa fica melhor se se juntar à sopa assim que se desliga o lume. O calor residual vai cozê-la o suficiente para amaciar um bocado sem perder o toque fresco.


Para servir a sopa em jantares formais junto o ovo e mais alguma salsa, sem mexer, na altura de servir.






terça-feira, 25 de setembro de 2012

Sopa de alho francês


Esta receita, além de muito simples (afinal é só sopa) é ótima para jantares de cerimónia, festas etc. É um creme com um sabor agradável e um aspeto que impressiona.




Para começar pus a panela em lume médio com uma colher de sopa de azeite e as duas cebolas cortadas em cubos. Juntei o alho francês e um chuchu cortado em cubos pequenos, assim como uma colher de chá de sal e pus a tampa. 




Deixei estufar até os legumes ficarem moles e transparentes. Nessa altura juntei um copo de água e deixei ferver durante 10 minutos.



No fim desses 10 minutos triturei a sopa com a varinha mágica e depois de estar tudo em puré fui juntando água, ainda com a varinha ligada, até a sopa ter a consistência “normal” de sopa.



Já com a sopa fora do lume juntei cebolinho picado. (No dia a dia sirvo a sopa assim)


Para ocasiões especiais junto duas colheres de sopa de natas ligeiras (as natas normais são demasiado “pesadas” para esta sopa) e algum cebolinho picado na altura de servir.






(Para lavar o alho francês, fiz um corte em todo o comprimento e lavei-o debaixo de água corrente, com o lado da rama para baixo e com o cuidado de ver se não ficava nenhuma terra entre as folhas. Depois cortei-o em rodelas da largura de um dedo e mais estreitas, quanto mais escuro o alho vai ficando. Para fazer sopa só não uso as partes muito escuras do alho francês.)






Sopa de ervilhas com coco




Pelo nome pode parecer uma receita muito complicada ou muito sofisticada mas não é nem uma coisa nem outra. É uma sopa simples e bastante rápida
(comparando com outras sopas, claro)

Começando pela lista de ingredientes…

1 cebola
1 courgette … ou não (usei uma porque a tinha no frigorífico e já não ia para nova)
½ embalagem de ervilhas congeladas pequenas
1 mão cheia de hortelã (para quem gosta)
½ lata de leite do coco
Azeite, sal…

Pus o que me parece ser uma colher de sopa de azeite na panela e juntei-lhe uma cebola cortada em bocados pequenos e algum sal (meia colher de café de sal grosso) tapei e deixei em lume médio. A cebola vai largando água e cozinhando. É uma boa ideia ir dando uma olhadela para ver se é preciso reduzir o lume, a ideia é a cebola ficar transparente e nunca ganhar cor.



Entretanto descasquei a courgette, cortei-a também em bocados pequenos e juntei-a à cebola, voltei a pôr a tampa na panela e deixei a courgette cozinhar durante uns 5 minutos.
Passados os ditos 5 minutos juntei as ervilhas congeladas, um copo de água e voltei a pôr a tampa na panela durante mais uns 15 minutos (mais tempo e as ervilhas ficam a saber a farinha).

A partir daqui o meu método de fazer sopa difere bastante do que a maior parte das pessoas estava habituado a ver em casa.

Passo a sopa, primeiro, sem mais água (pode parecer uma pasta, quase com consistência de patê, até estar tudo derretido…) e vou deitando água até a sopa ter a consistência que quero. Desta maneira consigo um creme muito aveludado, e sem bocados flutuantes, de cebola ou ervilhas.

Quando as sopas são para servir de seguida, junto água fria, ou morna enquanto as estou a passar já que assim ficam prontas a servir. Neste caso particular, a hortelã cozida, fica horrível logo, a sopa pode ser aquecida, mas não deve voltar a ser fervida.
 




Passei a sopa como expliquei, tirei-a do lume, juntei sal, a hortelã (mal picada já que vai ser triturada) e passei-a até ser um creme homogéneo. Com a varinha ligada fui deitando o leite de coco (mais ou menos meia lata) e água fria até ter “consistência de sopa” (que, para mim é bastante liquida).
Corrigi o sal e servi!!!




Como é meu costume… variações… e sugestões!

Em vez de courgette a sopa pode levar um chuchu.

A quantidade de leite de coco e de hortelã depende, completamente, do gosto de cada um.

Em vez de leite de coco pode levar natas (eu gosto das ligeiras) mas, nesse caso tem de ter hortelã (ou não tem gracinha nenhuma).

As ervilhas mais pequenas têm a casca mais macia e a sopa fica mais agradável. Com ervilhas maiores ou uma varinha “menos mágica” pode ser preciso passar a sopa por um passador de rede antes de servir.

Paté de delicias do mar



Este paté faz parte de um grupo de receitas que me farto de repetir, e sempre sem alterações.

Testei todas as sugestões… mais delicias, com mostarda… e não gostei de nenhuma. A última tentativa foi substituir a maionese do costume por maionese light e também correu mal. Logo, e contra a minha própria natureza, recomendo que esta receita seja seguida à risca, pelo menos na 1ª vez que a fizerem (daí para a frente estão por vossa conta para inventar).

A lista de ingredientes é curta:

Ovos cozidos (1 para cada 2 pessoas)

Delícias do mar congeladas (4 por cada ovo)

Maionese (a preferida de cada um)

Robot de cozinha, 1, 2,3 ou picadora da varinha mágica (dá para fazer com a varinha, mas não fica tão bom)

Para começar cozo os ovos durante 10 minutos, contados a partir da água levantar fervura (cozidos durante mais tempo a gema fica com uma camada cinzenta a toda a volta que, não fazendo mal, fica feia no paté!...)

Escorro a água, ponho os ovos em água fria para arrefecerem e descasco-os. Devem estar frios ou, na pior das hipóteses, mornos para não aquecerem a maionese.




Pico as delícias, ainda congeladas, na picadora. Normalmente corto-as ao meio ou em bocados mais pequenos para serem mais fáceis de picar (5 minutos depois de as tirar do frigorifico já dão para cortar e picar, mais do que isso ficam moles e em papa num instante).






Quando as delícias estão com o aspecto que têm na foto, junto o ovo cozido e pico-o mais uns segundos.







Por fim é só juntar a maionese, uma colher de sopa bem cheia costuma chegar mas, dependendo da marca, da consistência e do gosto do cozinheiro, a quantidade pode ter de ser ajustada e picar mais um ou dois segundos…

E servir!

Truque e dicas!

O “segredo” deste paté é a textura. Se ficar muito passado fica muito perto de intragável.

Se tiver ficado tudo muito picado na máquina antes ainda de juntar a maionese, junte-a e misture-a à mão. Se continuar a usar a picadora pode acabar por o passar demais.

Por último; embora possa ser servido de imediato, fica muito melhor se esperar pelo menos meia hora.