quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Colares de crochet 01



(CC-001)
(CC-002)

(CC-003)

Espanta espiritos 01

(EE-001)- 17 eur
(EE-002)- 17 eur

(EE-004)- 17 eur

(EE-003)- 17 eur

Chapéus de crochet


Gorro com bincos de princesa:
(CHC-001)
Boina com libelinha:
(CHC-002)
(CHC-002)

Cloche, Abelha num jardim:
(CHC-003)

(CHC-003)
Cloche mesclada com flores cor-de-rosa:
CHC-004
CHC-004

CHC-004
Cloche com flores às cores:
(CHC-005)

(CHC-OO5)
Boina com rosas e borboleta:
(CHC-006)

(CHC-006)

(CHC-006)


Gorro com Papoilas:
(CHC-007)
(CHC-007)

(CHC-007)
Boina com rosas e malmequeres:
(CHC-008)

(CHC-OO8)

Boina com rosas e joaninha:
(CHC-009)
(CHC-009)- 60eur
(CHC-009)


Cloche com jarros:
(CHC-010)

(CHC-010)
Foto de família:



Açorda de frango



Tinha feito frango assado há uns dias, logo, andava pelo frigorífico uma data de frango que era preciso usar.
Neste caso, além de frango havia também uma data de pão duro. Nunca tinha comido açorda de frango mas não há como experimentar… as alheiras são uma espécie de açorda de frango… não podia ficar assim tão mal!

Para esta açorda usei:
Frango (um peito e uma coxa de frango assado, sem pele)
2 ½ De pão alentejano
5 Dentes de alho
2 Colheres de sopa de azeite
Coentros
1 Ovo
½ Colher de vinagre balsâmico (opcional, ajuda a incentivar os sabores)
Sal e pimenta


Comecei por “partir” o pão, à mão, em bocados pequenos. De seguida juntei água a ferver, fui juntando água e mexendo até o pão estar todo molhado e a desfazer com facilidade e não haver água por embeber. Aproveitei também para juntar algum sal.

O passo seguinte foi pôr o tacho ao lume com o azeite e os alhos picados.


Assim que os alhos começaram a ficar com alguma cor (mesmo muito pouca) juntei o frango desfiado e mexi durante um ou dois minutos.


(Numa açorda normal o pão é deitado no tacho quando o azeite está a ferver, neste caso o frango absorveu o azeite todo e a lógica dir-me-ia para juntar mais. Como achei que juntar mais azeite era um disparate experimentei continuar mesmo assim e não me arrependi)


Juntei o pão ao frango e fui mexendo.


Juntei os coentros e continuei a mexer. A açorda muda de textura, fica mais seca e, neste caso o frango ficou completamente desfeito em fios. (Se em vez de desfiado o frango for cortado antes de ir para o tacho penso que não se vai desfazer).


Continuei a mexer até a açorda se começar a despegar dos lados do tacho, queria que ficasse menos mole do que uma açorda de marisco e mais parecida com as “migas” que costumam acompanhar a carne de vinha-d’alhos.


Desliguei o lume, corrigi o sal, juntei o vinagre e o ovo imediatamente a seguir e mexi muito bem.


Servi polvilhada com mais coentros e acompanhada com muita alface (para ver se aligeirava o sentimento de culpa).

A experiência foi um sucesso, mesmo parecendo improvável, é das que tenho a certeza que vou repetir.




quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Courgete salteada



Há sempre curgetes cá em casa e é um desafio constante inventar pratos para fazer com elas. Esta foi a minha última experiencia e correu bastante bem. Este acompanhamento é ótimo e muito rápido de fazer.

1 Curgete
½ Colher de sobremesa de azeite
1 Dente de alho
½ Colher de sopa de vinagre balsâmico
Sal

Comecei por cortar a curgete em tira.Com uma faca fiz cortes no sentido do comprimento. Com o descascador de cenouras fui tirando fitas, inclusivamente da parte central que tem as sementes (tem de se ir, sempre, fazendo cortes no comprimento para não ficarmos com lençóis. O ideal é que pareça tagliatelli).

Pus uma frigideira ao lume, em lume alto, com o azeite e o alho fatiado e deixei aquecer. Assim que o azeite aqueceu, antes que o alho começasse a ganhar cor, juntei a curgete e algum sal e deixei cozinhar até murchar.



Como a curgete largou muita água, escorri-a a meio da cozedura (queria que a curgete salteasse e não que cozesse).


Assim que a curgete estava cozinhada juntei o vinagre balsâmico e deixei mais um ou dois minutos ao lume e mexi bem.


Mesmo antes de servir juntei alguma salsa picada (entretanto repeti a receita sem salsa e não fez falta nenhuma).


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Como arranjar um arame, saido, de soutien



Na gaveta dos soutiens de quase todas as mulheres há um canto reservado a soutiens novos a que saltou o arame…

Na minha gaveta, a dada altura havia 5 destes desgraçados. É irritante… os soutiens são caros, estavam novos mas não serviam para nada. 

A solução normal é empurrar o arame e cozer o buraco… solução para coisa nenhuma já que o arame volta a sair logo nas primeiras vezes que o soutien é usado.

O problema é que os arames de soutien têm as pontas revestidas com uma camada que impede o arame de cortar o tecido. Esta camada é, muitas vezes, fina demais. Outras vezes, ao fim de algumas lavagens o plástico parte-se ou gasta-se.

Logo… a solução passava por re-revestir a ponta do arame. Experimentei vários tipos de colas e plásticos até que cheguei a esta solução.




Cotonete
Isqueiro

Tesoura

Agulha e linha


Começo por tirar o algodão ao cotonete.

Com o isqueiro aqueço o pau do cotonete.



Assim que começa a arder e a derreter encosto-o ao arame e deixo que o plástico derretido adira ao arame.



Vou andando com o cotonete à volta do arame de maneira a criar uma “bola” na ponta e a apagar a chama.


Repito até a ponta ter o tamanho que quero.




Passo a chama levemente à volta da ponta para derreter algumas arestas que possam ter ficado.



Vejo se é preciso aumentar o buraco que o arame fez ao rasgar o tecido e se for aumento-o ligeiramente com uma tesoura.


Empurro o arame.


Coso o soutien e … voilá, está pronto.




Tirei estas fotografias em cima de um tampo de mármore onde o plástico derretido não cola. Um prato ou um azulejo por baixo da chama também resolvem.